Eu já sabia que seria assim. Logo que acordei, sem saber ao certo se havia ou não saído do transe do sono, que naquele momento se confundia, e muito, com o que já era o real. Domingo, nove horas e quarenta e cinco minutos.
Me veio a mente, assim de supetão frases e pensamentos dos quais eu lhes garanto seria um desperdício não ter um gravador ali as mãos, para não perder sequer uma virgula. E acredite, eu as coloco mesmo nos pensamentos.
Foi um desperdício, eu de fato não tinha nenhum gravador por perto. E agora, ainda domingo, mas agora às dezoito horas e dezenove minutos, fui pego pelo súbito do que costumo chamar de Dias Cinzas.
De fato este blog é novo e por isso não tenha nada a respeito, mas há sim um acervo nos meus guardados de escritas a esse respeito.
E pegando um gancho favorável no ultimo texto por mim, aqui, postado, volto a fazer menção ao passado.
E necessário se torna enfatizar o conselho já dito aqui anteriormente: Preservem os registros.
Ao me conectar a eles o meu mundo abre cada vez mais, se expande. O passado é fabuloso.
Me faz sentir aquele frio na barriga de não saber o que esta por vir, daqui a uma hora, um dia ou dez anos.
Eu queria mesmo era falar de tudo que me veio à mente, assim que acordei.
Pensava nos elementos que nos conduzem ao sentimento maior que é o amor. Pensava em carinho, admiração, respeito, afeto, desejo...
Mas não havia o tal gravador. E a memória. Esta é súbita!
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