domingo, 19 de setembro de 2010

Um Dia de Domingo

Eu já sabia que seria assim. Logo que acordei, sem saber ao certo se havia ou não saído do transe do sono, que naquele momento se confundia, e muito, com o que já era o real. Domingo, nove horas e quarenta e cinco minutos.
Me veio a mente, assim de supetão frases e pensamentos dos quais eu lhes garanto seria um desperdício não ter um gravador ali as mãos, para não perder sequer uma virgula. E acredite, eu as coloco mesmo nos pensamentos.

Foi um desperdício, eu de fato não tinha nenhum gravador por perto. E agora, ainda domingo, mas agora às dezoito horas e dezenove minutos, fui pego pelo súbito do que costumo chamar de Dias Cinzas.
De fato este blog é novo e por isso não tenha nada a respeito, mas há sim um acervo nos meus guardados de escritas a esse respeito.

E pegando um gancho favorável no ultimo texto por mim, aqui, postado, volto a fazer menção ao passado.
E necessário se torna enfatizar o conselho já dito aqui anteriormente: Preservem os registros.
Ao me conectar a eles o meu mundo abre cada vez mais, se expande. O passado é fabuloso.
Me faz sentir aquele frio na barriga de não saber o que esta por vir, daqui a uma hora, um dia ou dez anos.

Eu queria mesmo era falar de tudo que me veio à mente, assim que acordei.
Pensava nos elementos que nos conduzem ao sentimento maior que é o amor. Pensava em carinho, admiração, respeito, afeto, desejo...
Mas não havia o tal gravador. E a memória. Esta é súbita!

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